Roadtrip no México – Roteiro, gastos e impressões

Roadtrip no México – Roteiro, gastos e impressões

Buenos dias Amigos! Para os que seguiram a nossa aventura, no Facebook ou Instagram, já devem ter percebido, ADORAMOS o México!! Um país verdadeiramente incrível, com uma cultura única e um povo realmente acolhedor (pelo menos para os portugueses, os “Yankees” não poderão dizer o mesmo).

O nosso roadtrip de duas semanas permitiu-nos descobrir os seguintes estados: Yucatán, Campeche, Chiapas e Quintana Roo. Em duas semanas o percurso “ideal” não inclui o Chiapas, foi um esticão até lá (5h de estrada) porque queríamos muito ver as imponentes ruínas maias de Palenque, e sinceramente, não nos arrependemos! Para quem tiver mais tempo, vale a pena descobrir o Chiapas, gostaríamos de ter visto o Cañón del Sumidero, a cidade de San Cristobal de las casas e as cascatas de Agua Azul, mas é apenas uma desculpa para poder voltar 😉

Prontos para uma viagem estonteante?

O NOSSO ITINERÁRIO:

Itinerário do nosso roadtrip de 15 dias pelo México
Itinerário do nosso roadtrip de 15 dias pelo México

6 factos que aprendemos sobre os mexicanos:

  • Nunca leram o código da estrada
  • 2 carros em sentidos opostos conseguem ultrapassar, ao mesmo tempo, numa estrada com apenas 1 faixa para cada sentido (não sei se conseguem visualizar a cena, 4 carros alinhados numa estrada com apenas 2 faixas…)
  • Não podem ver um prato ou um copo vazio, mal acabes de comer vêm quase a correr tirar o prato
  • Tiram-te literalmente a matrícula se estiveres mal estacionado (true story)
  • Têm uma obsessão com as gorjetas, alguns sítios até incluem a gorjeta (bem generosa) no preço final.
  • Adoram a sesta à hora do almoço e esta prolonga-se até ao meio da tarde, aconteceu-nos visitar sítios no início da tarde em que entramos gratuitamente por não haver ninguém acordado…

DIA 1 – CANCUN

Cancún foi apenas uma paragem obrigatória. Chegamos de noite ao aeroporto e não nos apetecia aventurar-nos pelas estradas mexicanas depois de uma viagem de 11h. Fomos logo recebidos, à saída do aeroporto, pela agência de aluguer de carros, Avant. Depois de ler tantas críticas, histórias de viagens estragadas e de dinheiro extorquido, acabamos por escolher uma pequena agência mexicana, sem passar por sites intermediários (ficam a saber que eles não aceitam o seguro desses sites intermediários como a rentalcars, o que vos obriga, depois, a pagar o seguro deles… daí as histórias de “dinheiro extorquido”). Não tivemos nenhum problema com o nosso aluguer de carro, não nos cobraram absolutamente mais nada apesar de termos devolvido o carro num estado lamentável e algo danificado… Com eles é mesmo franquia zero, sem surpresas.

ALUGAR UM CARRO:Usamos e abusamos do nosso carrinho, alugar um carro valeu francamente a pena, apesar do medo e das incertezas iniciais, acabou por ser a nossa melhor escolha! Foi-nos assim possível descobrir cenotes mágicos, ruínas desertas e outros tesouros escondidos, passando por estradas sinuosas e um sem fim de “topes” (lombas bem típicas do país, a única solução que encontraram para reduzir a velocidade aos mexicanos!). 

Mais informações no nosso artigo: Alugar um carro no México

Passamos a noite na casa do Mike, a nossa primeira experiência em Airbnb, e foi uma agradável surpresa. [Artigo sobre “Onde dormir no México” em breve]. Aproveitamos as dicas dele e fomos fazer compras para o pequeno almoço no Walmart (o supermercado mais barato de toda a nossa viagem, podem encontrar de tudo lá!).

DIA 2 VALLADOLID

O jet lag e a excitação fizeram com que acordássemos bem cedo. Programa do dia: 160 km até Valladolid, mais precisamente até às (pouco conhecidas) ruínas de Ek Balam e o seu cenote Xcan Ché. Para quem quer ler todas as nossas dicas sobre Valladolid é por  aqui: O que visitar em Valladolid e arredores?

Cenote Xcan Ché junto às ruínas de Ek Balam
Cenote Xcan Ché junto às ruínas de Ek Balam

A nossa tarde foi consagrada à visita desta encantadora cidade colonial de paredes coloridas e povo sorridente.

As ruelas coloridas de Valladolid

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

  • Cancún-Valladolid: 2h de carro pela 180D (inclui portagens: 232 pesos ~10€), ou 3h pela 180 (sem portagens)
  • Ek Balam-Valladolid: 30 min de carro
  • Autocarros ADO: vários horários diariamente (2h de trajecto por 100-200 pesos), depois apanham um collectivo no centro de Valladolid para Ek Balam.
  • Ek Balam (08h-17h), preço: 193 pesos | Cenote Xcan Ché (08h-17h), preço: 30 pesos

DIA 3 CHICHEN ITZA e IZAMAL

“Uma pirâmide, mil turistas… vamos visitar só porque é uma das 7 maravilhas do mundo. Este era o nosso pensamento, mas o que aparentava ser apenas uma simples pirâmide, revelou-se bem mais impressionante e imponente ao vivo, tornando-se mesmo numa das nossas ruínas favoritas do México. 

Para mais informações sobre a nossa visita do Chichén Itza: Uma Maravilha do mundo maia

chichen itza
Chichén Itzá, a pirâmide de Kukúlkan

O habitual é visitar em seguida o cenote mais famoso do México, o cenote Ik Kil, mesmo ao lado do Chichén Itzá. Ver um cenote modernizado com uma boa centena de turistas de colete vermelho na água… hum, não me parece. Optamos antes por ficar sozinhos no cenote Yokdzonot localizado a menos de 20 km, uma pérola “escondida”.

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

  • Valladolid-Chichén Itzá: são 45 km, demoramos 45 min pela 180  (sem portagens)
  • Cenote Yokdzonot-Izamal: 50-60 min de carro pela 180 e em seguida pela 53 (sem portagens)
  • Autocarros ADO: existem ligações diárias entre Valladolid e Mérida mas para ir a Izamal a melhor opção é o collectivo.
  • Chichén Itzá (08h-17h), preço: 232 pesos | Cenote Yokdzonot (08h-17h), preço: 70 pesos

Depois de um mergulho bem refrescante no cenote seguimos até Izamal, a pequena cidade amarela que nos conquistou.

izamal
Izamal, a cidade amarela

DIA 4 – MAYAPAN e MÉRIDA

Este foi sem dúvida o dia que mais nos marcou durante a viagem, iremos depois contar mais detalhadamente esta nossa aventura noutro artigo. Para já, ficam a saber que foi o dia em que pensamos ficar sem carro, foi o dia em que conhecemos a pior estrada do nosso roadtrip, mas foi também o dia em que demos boleia a 3 garotos maias, o dia em que descobrimos o cenote mais bonito do Yucatán e o dia onde tivemos o luxo de percorrer uma gigantesca e magnífica área arqueológica completamente sozinhos.

Se ainda não leram o nosso artigo sobre estes fantásticos lugares fora da rota turística é por aqui: Belezas escondidas do México

Cenote Noh Mozón
Cenote Noh Mozón

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

  • Izamal – Mayapan: são 90km, demoramos cerca de 1h. Se forem directos para Mérida são apenas 66km pela 180, mas também demoram 1h.
  • Cenote Noh Mozón: encontra-se a 11 km das ruínas de Mayapan mas é preciso contar mais de meia hora para percorrer apenas os últimos 5 kms (true story). Preço da entrada: 30 pesos
  • Ruínas de Mayapan (08h-17h), preço: 30 pesos 

 

No topo da pirâmide principal de Mayapan
No topo da pirâmide principal de Mayapán

DIA 5 – UXMAL

A caminho de Campeche é possível percorrer a Ruta Puuc, uma estrada que passa por várias ruínas maias, umas mais bem preservadas que outras, sendo Uxmal a mais bem preservada de todas. A grande vantagem de visitar estas ruínas é que (à excepção de Uxmal) estão quase sempre desertas. Aproveitamos um final de tarde solarengo para percorrer as ruas mais coloridas do México em Campeche e comer o nosso primeiro verdadeiro chili con carne.

Cenote X'Batún a 40km a sul de Mérida em direcção de Uxmal
Cenote X’Batún, 40km a sul de Mérida em direcção a Uxmal

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

  • Mérida – Uxmal: são 85 km, demoramos 1h pela 261  (sem portagens)
  • Uxmal – Campeche: são 165 kms, demoramos 2h pela 180 (sem portagens)
  • Autocarros ADO: existem ligações diárias entre Mérida e Campeche por ~200 pesos (3h). Para visitar Uxmal o melhor é apanhar um Collectivo em Mérida pois os autocarros ADO não passam por aí.
  • Uxmal (08h-17h), preço: 232 pesos | Cenotes de San Antonio Mulix (X’Batún e Dzonbacal): 100 pesos para os 2 cenotes.

DIA 6 – CAMPECHE

Sem dúvida a nossa cidade favorita do México, só lhe faltava mesmo o mar das Caraíbas para ser perfeita. A visita da cidade em si é rápida, mas passear pelas ruelas coloridas, ouvir uma banda musical na praceta principal, admirar o pôr-do-sol no mar, foram momentos únicos para nós.

Campeche, uma das cidades mais coloridas do México
Campeche, uma das cidades mais coloridas do México

DIA 7 – PALENQUE

Uma das ruínas maias mais impressionantes do mundo. A área arqueológica em si é gigante, 90% ainda se encontra escondida debaixo duma densa floresta. Aqui vale a pena contratar um guia.

Perspectivas de Palenque

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

  • Campeche-Palenque: são 360 km, demoramos 5h, fomos parados umas 5 vezes pela polícia e pagamos 20 pesos de portagem.
  • Autocarros ADO: existem ligações diárias entre Campeche e Palenque por ~500 pesos (5h). Do centro da cidade às ruínas é preciso apanhar um táxi, não vimos collectivos nessa estrada.
  • Ruínas de Palenque (08h-17h), preço: 65 pesos
  • Guia em Palenque para 2: 100 pesos (muito bem regateado já dentro da zona arqueológica, fora pedem muito mais)

DIA 8 – CALAKMUL

Entre Campeche e Tulum fica uma densa floresta tropical, a reserva de Calakmul, partilhada pelo México e Guatemala. É no meio dessa floresta que emerge a pirâmide mais alta do Yucatán. Existem principalmente 3 grandes pirâmides que se encontram separadas uma das outras pela floresta, o que torna esta visita totalmente diferente das outras ruínas maias.

Para ler o nosso artigo sobre Palenque e Calakmul é por aqui –> De Palenque a Calakmul – Guia e dicas de Viagem

No topo da maior pirâmide do Yucatán em Calakmul
No topo da maior pirâmide do Yucatán em Calakmul

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

  • Palenque-Chincanná: são 350 km, demoramos 4h30, pagamos 20 pesos na portagem.
  • Chincanná-Calakmul: são 100 kms mas demoramos 2h (a estrada que atravessa a reserva está cheia de buracos, mas é um passeio agradável porque é possível observar vários animais!)
  • Calakmul (08h-17h), na estrada que atravessa a reserva até às ruínas irão passar por 3 “portagens”, em cada uma delas paga-se 60 pesos, mas como chegamos cedo só pagamos em 2 delas.
  • O hotel com melhor relação qualidade/preço perto de Calakmul: Otoch Beek, adoramos! 🙂

DIA 9 e 10 – BACALAR

Paragem obrigatória para quem tenciona visitar o Quintana Roo! A laguna de Bacalar também é conhecida como sendo a laguna das 7 cores, se passarem lá uns dias irão perceber porquê…

Todas as nossas dicas sobre Bacalar aqui: A laguna das 7 cores

A laguna das 7 cores em Bacalar

DIA 11 – RESERVA DE SIAN KA’AN

Se o que desejam é um sítio inóspito e arrebatador, aquele que guardam num canto da alma e recordam sempre que necessitam de sentir algo bom, a nossa sugestão será esta. Mais do que uma reserva, é uma amostra de tudo um pouco do que a natureza no México pode mostrar. Da floresta, às mangroves até à praia banhada pelo mar das caraíbas ao fim da tarde… Cenários que alimentam a alma.

O nosso artigo completo sobre este dia memorável aqui –> À descoberta da reserva de Sian Ka’an

Pelos canais que ligam a reserva de Sian Ka'an ao mar das Caraíbas.

VISITAR A RESERVA: Temos de agradecer tudo isto à Martine, a paixão dela transformou este dia numa aventura única e inesquecível! É quase impossível visitar esta gigantesca reserva sem guia. Após várias pesquisas encontramos finalmente a Martine, uma guia que trabalha por conta própria e que propõe excursões muito completas na reserva a um preço bastante competitivo. Podem contactá-la em português, francês, inglês ou espanhol através do seguinte email: martinedufour@hotmail.com.

DIA 12 – AKUMAL

Akumal é uma praia, aparentemente normal, mas no seu mar estão das criaturas mais majestosas que existem, as tartarugas. A sensação de lentamente entrar no mar, procurar ansiosamente entre o pasto marinho estes belos animais, o tremor no coração que acontece quando vemos a primeira, enorme, preguiçosamente comendo, subindo e descendo para respirar, é única e intransmissível.

Uma belíssima tartaruga no mar de Akumal

COMO VER AS TARTARUGAS: Não se deixem enganar!! Irão encontrar imensos “guias” mexicanos (na estrada, na entrada, na praia, na água, na casa de banho… estão por todo o lado) que afirmam que é obrigatório um guia para poder observar tartarugas, até colocaram placas na praia que dizem isso. Basta alugar coletes por 87 pesos no Akumal Dive Center (localizado na praia), ainda têm direito a cacifo (o que dá muito jeito para evitar roubos). Também podem alugar lá o material de snorkeling, mas recomendamos comprar o material antes da viagem, além de ser muito mais higiénico acabam por poupar bastante!). Depois é só mergulhar, sem pisar o fundo, e nadar! Vimos cerca de 20 tartarugas sozinhos, sem guia.

DIA 13 ao 17 – TULUM

Tulum foi o nosso canto de paraíso, as praias são óptimas e tantas, os cenotes tantos e tão diferentes e tudo o mais que por lá tanto existe… Comemos ambrósia mexicana e bebemos néctar mexicano (qualquer margarita bem frutada e fresca). Relaxamos, sentimos, amamos… Vivemos. Mas para saberem mesmo tudo o que vale a pena fazer por lá consultem o nosso artigo –> Tulum – Guia e Dicas de Viagem

As ruínas de Tulum com o mar das Caraíbas em fundo de tela

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

  • Bacalar-Tulum: são 200 km, demoramos 2h30, sem portagens.
  • Autocarros ADO: existem ligações diárias entre Chetumal e Tulum. De Chetumal podem apanhar collectivos para a laguna de Bacalar. 
  • Ruínas de Tulum (08h-17h), preço: 65 pesos
  • Casa Cenote: 120 pesos (podem alugar cacifos por 50 pesos, mas nós fechamos o saco com um cadeado e deixamos com o empregado).
  • Cenote Dos Ojos (8h-17h), preço: 200 pesos (foi o cenote mais caro que vimos mas são na realidade 2 cenotes e valem principalmente a pena para quem quer fazer snorkeling ou mergulho)
  • Punta Laguna (08h-18h), preço: 600 pesos por pessoa para fazer o “tour completo” que inclui kayak, ritual maya, cenote, tirolesa e observação de macacos huivadores e macaco-aranha (só vimos os últimos).

OS NOSSOS GASTOS

O México não é propriamente um destino barato, mas achamos os preços bastante razoáveis. Na Tailândia comemos principalmente “comida de rua”, mas desta vez queríamos aproveitar ao máximo e acabamos por comer todos os dias em restaurantes. Portanto quem pretende viajar de forma mais económica consegue poupar mais a este nível.

Quanto à dormida, dividimos as noites entre hotéis e Airbnb (para quem não conhece, é melhor que o hotel!). Tendo em conta que a nossa última semana em Tulum foi ligeiramente mais “luxuosa”, um miminho de lua de mel, não contamos esse hotel nas nossas contas, mas incluímos o hotel de Bacalar (2 noites) que também não era “económico”. Como podem ver, é possível viajar para o México sem gastar uma fortuna 😉

mexico-gastos

Alguns preços aleatórios para terem uma ideia (para ser mais fácil: 1€=20 pesos)

  • Um pacote de batatas fritas no Walmart: 20 pesos (nos outros sítios entre 30-40 pesos)
  • Um garrafa de água de 1 L: 10 pesos
  • Um gelado: 20 pesos
  • Um prato típico (cochinita pibil): 135 pesos
  • Uma margarita: 45 pesos em Valladolid (em Tulum estão por volta dos 100 pesos)
  • Um sumo natural: 25 pesos
  • 1 coca cola no restaurante: 25 pesos
  • Parking: 30 pesos
  • Gasolina: ~14 pesos/L (e a que usávamos era a mais cara porque a outra estava a 13 pesos/L)
  • 3 tacos: 100 pesos

 

Então gostaram do roteiro? Prontos para ir ao México? 🙂

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Filha e neta de imigrantes, as malas seguem-me desde a minha infância. O meu sonho, conhecer cada recanto do nosso maravilhoso mundo, faz com que esteja constantemente a pensar na próxima viagem. Natural de França, vivo actualmente no Porto, onde sou médica nas horas de trabalho e viajante nos meus tempos livres.

5 thoughts on “Roadtrip no México – Roteiro, gastos e impressões

    1. Olá Pedro!
      Acho uma excelente ideia, vimos lá muitas famílias com crianças pequenas. Recomendamos alugar um carro com ar condicionado! Se alugar o carro na Avant eles também fornecem uma arca que deu imenso jeito para ter sempre água e alimentos frescos. A nível da comida encontra tudo como cá nas grandes superfícies, nas cidades mais isoladas como em Calakmul só encontramos pequenas mercearias, mas em todas as outras cidades encontrará o que faz falta para o seu filho. Os restaurantes também estão preparados para crianças, não têm só comida picante 😉
      É um país incrível e perfeito para viajar em família.
      Qualquer dúvida não hesite.
      Boa viagem 🙂

    1. Olá Cristina 🙂 Sim,é um país perfeitamente seguro. O mais difícil é escolher uma boa companhia de aluguer, ouvimos muitos turistas queixarem-se de roubos com os seguros extras que obrigam a pagar na altura de levantar o carro. Com a agência Avant não tivemos nenhum problema e tínhamos 0€ de franquia. COm crianças convém não fazer longos trajectos, tirava por exemplo do nosso itinerário Palenque que fica mais longe. Na Avant ofereceram-nos uma mini-geladeira que também deu muito jeito para ter sempre bebidas e comida fresca no carro, nos hotéis pedíamos para congelar algumas garrafas de água. Boa viagem! 😉

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