Bali | Roteiro, gastos e dicas de viagem

Bali | Roteiro, gastos e dicas de viagem

A Indonésia, um destino que se tornou aos poucos o meu “destino de sonho”. Pouco depois de voltar da Tailândia comecei a ler sobre este fabuloso país, o maior arquipélago do mundo com as suas 17 508 ilhas, e fiquei logo com uma enorme vontade de descobrir este país tão longínquo com as suas paisagens vulcânicas, os seus mil e um templos, as suas praias paradisíacas e uma diversidade cultural tão marcante entre ilhas tão próximas. Aos olhos do Axel, a Indonésia aparecia como um país extremamente fotogénico, por isso não foi difícil convencê-lo.  

A nossa viagem de 2 semanas pela Indonésia ficou repartida da seguinte forma: 5 dias em Bali, 5 dias em Lombok e 4 dias nas ilhas Gilis (Gili Trawagan e Gili Meno). Antes da viagem, Lombok parecia ser a nossa favorita, pela sua autenticidade e por ser menos turística que a sua vizinha Bali. E é isso que adoramos nas viagens, sermos surpreendidos a cada passo. Bali foi A surpresa desta viagem. Bali ficou nos nossos corações. Temos pena de quem visita apenas o atulhado e caótico sul de Bali, ficando com uma ideia bastante errada desta soberba ilha.

Sigam-nos através desta incrível viagem por terras vulcânicas, terraços de arroz e um povo genuinamente bondoso.

O NOSSO ITINERÁRIO EM BALI:

(Carreguem na imagem para ver todos os locais, hotéis e restaurantes que recomendamos)

5 factos interessantes sobre Bali:

  • A Indonésia é, desde há muitos anos, uma região de grande importância para o comércio e tem, por isso, sofrido influências de vários países. Actualmente a religião predominante deste arquipélago é o islamismo. No entanto em Bali, mais de 90% da população é hinduista, por influência directa da Índia.
  • O sistema de irrigação único do Bali, chamado Subak, está classificado como Património Mundial da UNESCO.
  • O Bali faz parte do Triângulo de Coral, uma área marítima conhecida pela sua enorme biodiversidade (mais de 500 espécies de coral).
  • O povo balinês para além de ser um povo extremamente generoso e acolhedor é um povo artesã com pintores, dançarinos e escultores de madeira. O centro artístico e cultural do Bali localiza-se em Ubud.
  •  O Bali é um destino mundial de surfe e mergulho.

Pura Lempuyang

DIA 1 | DENPASAR  UBUD

O nosso voo efectuado pela Qatar Airways chegou às 17h20 ao aeroporto de Denpasar em Bali, não querendo permanecer no sul abarrotado de Bali, o nosso objectivo era ir directamente passar a noite em Ubud. Para tal, a forma mais rápida e cómoda era o táxi. Estávamos com intenção de usar a Uber em Bali, infelizmente no aeroporto a Uber, Grab e a Blue Bird Taxi estão todas proibidas de entrar (não conseguimos sequer chamar um táxi através da aplicação). Os táxis têm o monopólio e os preços diferem muito segundo a vossa capacidade em negociar. Disseram-nos que poderia ser possível chamar a Uber fora do aeroporto, mas achamos a zona do aeroporto bastante confusa, se alguém souber explicar por onde sair do aeroporto para chamar a Uber partilhem nos comentários.

Como não nos queríamos chatear depois de uma viagem de 30h optamos por reservar um táxi pela net, que acabou por ser o nosso guia durante o resto da viagem, o Eka. Além da sua incrível simpatia e generosidade, o Eka disse-nos de imediato para não trocar euros no aeroporto e levou-nos a uma casa com boas taxas de câmbio. No dia em que chegamos 1€ correspondia a 14 650 rupias. Ou seja, ficamos logo milionários! Ainda nos levou a uma pequena loja de telemóveis onde compramos um cartão SIM da Telkomsel (a rede telefónica que tem a melhor e maior cobertura) e por apenas 70 000 rupias tivemos direito a um cartão com 6 GB de internet.

Informações úteis sobre a condução em Bali 

  •  A condução em Bali é MUITO caótica e perigosa, e isto em TODA a ilha. O sul tem mais turistas e por isso ainda mais caótica é, mas não pensem que por ir para zonas menos turísticas, como o norte e a costa este, que não vão apanhar trânsito! Bali é uma ilha em que a população é muito densa e todos andam de moto. O problema é que a grande maioria das estradas parecem ter sido feitas para uso exclusivo de motos, são bem estreitas, mas passam lá camiões! Os carros ultrapassam as motos, as motos ultrapassam-se entre elas ultrapassando os carros ao mesmo tempo e ainda ultrapassam nas curvas, achando que por apitar tornam essa manobra segura. 
  • Vimos vários turistas com grandes feridas nas pernas e braços devido a acidentes de moto.
  • Não existem seguros para o aluguer de carro e de moto.
  • Aluguer de carro para um dia entre 200 000 e 300 000 rupias.
  • Aluguer de moto para um dia entre 50 000 e 100 000 rupias.
  • O nosso Guia/Taxista para um dia: 600 000 rupias com gasolina incluída. Graças ao guia evitamos algumas burlas e não tivemos de pagar outros guias para os templos nem para visitar as cascatas porque ele ia connosco. Alguns taxistas não fazem isso, para além de pagar o taxista têm de pagar depois os guias, é preciso informar-se previamente sobre esse pormenor.  

Conhecemos pessoas que alugaram carro e outros que alugaram moto, tendo corrido tudo lindamente. Com isto deixamos ao vosso critério a melhor forma de percorrer a ilha 😉

Dia 2 | Ubud

Ubud, o coração artístico da ilha dos Deuses onde cada rua tem uma galeria de arte, um templo ou um museu. Em Ubud, para além de visitar a famosa “Monkey Forest“, é possível caminhar pelos terraços de arroz da Campuhan Ridge Walk, assistir às danças tradicionais da ilha ou ainda usufruir de uma massagem balinesa.

 

 

 UBUD – Onde dormir?

  • Kuaya Homestay, casa típica balinesa muito charmosa, no centro de Ubud, com piscina e pequeno almoço incluído por 250 000 rupias/noite (17€). Para mais informações e reservas é por –> aqui <–

 UBUD – Onde comer?

  • Fair Warung Bale. Um dos melhores restaurantes da nossa viagem, o tartare de atum estava divinal, bem como o caril de frango que era mais parecido a uma sopa (o caril estava tão bom que voltei a pedir ao longo da viagem, mas nunca mais consegui provar um igual). Os preços estão ligeiramente acima da média, mas parte do dinheiro é revertido para uma associação que ajuda crianças. É preciso reservar.
  • Sari Organic. Restaurante no meio das plantações de arroz, se fizerem a Campuhan Ridge Walk irão pasar por lá. Comida deliciosa, ambiente relaxado e preços acessíveis.
  • Warung Biahbiah. Os empregados são muito divertidos, o sítio ideal para conviver à noite à volta de um bom Nasi Goreng e uma Bintang.
  • Melting Wok Warung. Recomendado por vários viajantes, infelizmente estava fechado quando lá passamos.

 UBUD – O que visitar/fazer?

  • Monkey Forest. Entrada: 50 000 rupias. Horário: 8h30-18h
  • Templo Saraswati. Entrada gratuita. 
  • Pura Gunung Lebah. Estava encerrado quando lá chegamos por volta das 17h, mas é possível entrar no recinto e seguir a famosa caminhada pelos terraços de arroz (Campuhan Ridge Walk).
Templo Saraswati

Dia 3 | Nos arredores de Ubud

De manhã partimos bem cedo com o nosso guia para visitar dois templos, a norte de Ubud: Gunung Kawi e o Tirta Empul. Enquanto no primeiro estávamos praticamente sozinhos no meio da natureza, no segundo estivemos rodeados de centenas de balineses.

Gunung Kawi

Sem saber, fomos a esse templo num dia sagrado no calendário hindu e tivemos assim a sorte de participar num ritual de purificação junto dos locais. Segundo a religião hindu, o templo terá sido criado há mais de mil anos pelo deus Indra, deus da água. O templo possui dois “tanques” e cada um deles possui várias fontes de água sagrada. O ritual consiste em passar o corpo e a cabeça por cada fonte, deslocando-se da esquerda para a direita, mas sem passar em duas fontes: a da cremação e a dos deuses. Uma experiência singular. 

Tirta Empul, no início do ritual (em cima do muro, as oferendas)


De tarde visitamos duas plantações de arroz muito famosas pelo seu sistema único de irrigação: Tegallalang e Jatiluwith. Preferimos de longe a segunda, pois estava completamente deserta quando lá chegamos.

Tagallalang

 TEGALLALANG – Onde comer?

  • Boni Bali Restaurant. Frente às plantações de arroz, a vista é deslumbrante e a comida muito saborosa.

ARREDORES DE UBUD – O que visitar/fazer?

  • Gunung Kawi: 10 000 rupias 
  • Tirta Empul: 10 000 rupias para o aluguer do sarong
  • Tegallalang: 50 000 rupias
  • Jatiluwith: 25 000 rupias

Dia 4 | Munduk, a montanhosa

Foi aqui que vimos a mais bela cascata de Bali, Banyumala. Fomos logo pela manhã e acabamos por estar lá completamente sozinhos com a mãe natureza. O acesso é um pouco difícil o que torna o local mais sossegado. 
De manhã ainda vimos outra cascata, desta vez muito mais alta, Sekumpul, tomamos um bom banho só de ficar ao pé. 

Munduk – Lago Tambligan
Cascata de Sekumpul

Ainda tivemos tempo de ver um dos templos mais importantes para os balineses, meio hindu, meio budista, é o principal templo xivaíta do Bali: Pura Ulun Bratan. Este templo tem a particularidade de ficar no lago do mesmo nome.

Pura Ulun Danu Bratan

 MUNDUK – Onde dormir?

  • Bali Rahayu Homestay. Fantástico hotel com piscina, quartos espaçosos e pequeno almoço incluído por 530 000 rupias/ noite (~36€). Para mais informações e reservas é por –> aqui <–

 MUNDUK – Onde comer?

  • Warung Made’s
  • Warung Classic
  • Warung Terrasse du Lac Tamblingan Sari restaurant
  • Warung Kopi Bukit Hexon, vale a pena parar lá nem que seja pela vista.
  • De Danau Lake View Restaurant: não achamos a comida espectacular, mas bebemos lá o melhor sumo natural de morango!

MUNDUK – O que visitar/fazer?

  • Cascata Banyumala. Entrada: 5 000 rupias
  • Cascata Sekumpul. Entrada: 5 000 rupias
  • Pura Ulun Danu Bratan. Entrada: 50 000 rupias

Dia 5 | A serenidade de Amed

Amed foi o nosso Coup de Coeur em Bali. Uma cidade de pescadores, junto a uma praia de areia vulcânica. Assistimos a um magnífico nascer do sol sobre o monte Batur com as crianças brincando na praia enquanto os pais puxavam as redes de pesca.

Nascer do sol em Amed

Além do seu charme indescritível, Amed tem uma multitude de templos nos arredores e um dos melhores spot de snorkeling da ilha. Outro excelente spot de snorkeling em Bali é a ponta Oesta da ilha, junto a Java.

Taman Tirta Ganga
Japanese Shipwreck

 AMED – Onde dormir?

  • Amed Sunset Beach. Pequeno hotel com restaurante e piscina na praia de Amed. Um local muito sossegado com um quarto espaçoso, ar condicionado, Wi-Fi, casa de banho privada e  pequeno almoço incluído por 500 000 rupias/ noite (~34€). Para mais informações e reservas é por –> aqui <–

  AMED – Onde comer?

  • Warung Sabar. A comida é boa e em conta, mas é pena não ter vista para o mar.

AMED – O que visitar/fazer?

  • Snorkeling no Japanese Shipwreck, em frente ao Baliku Dive resort, tem um parking e é preciso pagar 5 000 rupias dando acesso à casa de banho e chuveiro. Podem ir ser guia, o barco afundado encontra-se a uns 15 m da praia, tem uma bóia a assinalar o sítio. 
  • Snorkeling em Jemeluk, em frente ao restaurante Sama Sama.
  • Snorkeling no Coral Garden. Não conseguimos aceder à praia, pelos vistos só é acessível de barco e os preços eram tão absurdos que optamos por ir embora (300 000 rupias o barco)
  • Pura Lempuyang. Entrada: 25 000 rupias. O templo está dividido em 7 andares, os 2 primeiros são os mais bonitos.
  • Taman tirta Ganga. Entrada: 20 000 rupias
  • Ujung Water Palace. Entrada: 20 000 rupias

Dia 6 | Sidemen, a escondida

Sidemen é o local ideal para relaxar num hotel com piscina, massagens, boa comida, uns passeios pelos terraços de arroz, contacto com a população local. Isto tudo a poucos kms de Ubud.

Sidemen – Villa Karma Loka

A 30 min a norte de Sidemen fica o maior, mais alto e mais importante templo de Bali, Pura Besakih. Localizado junto ao volcão Agung, escapou às últimas erupções, o que o tornou num ponto de referência hindu do Bali. As cerimónias que aqui ocorrem reúnem milhares de pessoas. 

Templo Besakih

 SIDEMEN – Onde dormir?

  • Villa Karma Loka. De longe o melhor hotel da nossa estadia. O hotel tem cerca de 8 quartos com ar condiciado, WiFi e casa de banho privada. O hotel ainda possui uma piscina de borda infinita sobre as plantações e um restaurante com o melhor pequeno almoço que comemos. Tudo isto por 550 000 rupias/ noite (~37€). Para mais informações e reservas é por –> aqui <–

  SIDEMEN – Onde comer?

  • Maha Neka Home Stay and Warung. Gostamos tanto do nosso hotel que acabamos por não experimentar este restaurante que nos tinha sido recomendado por vários viajantes, mas parece ser muito bom.

SIDEMEN – O que visitar/fazer?

  • Caminhada pelo vale de Sidemen, recomendamos fazer essa caminhada com guia pois o caminho não está sinalizado. 
  • Massagens de corpo inteiro por apenas 10€ por pessoa
  • Aulas de ioga no Sidemen Yoga Center
  • Pura Besakih. Aqui é preciso ter cuidado com as burlas. A entrada custa 60 000 rupias e já inclui o aluguer de sarong, guia e a ida de moto até à entrada. Não é obrigatório comprar oferendas à entrada, apesar das mulheres dizerem o contrário. Perguntamos ao guia se teríamos de pagar algo extra ao qual ele respondeu muito sorridente que o bilhete já incluía guia e que não era preciso pagar nada, excepto a gorjeta que era opcional (claro). Tendo em conta que este era o templo mais caro onde tínhamos estado, que o preço já incluía o guia e que a gorjeta era (supostamente) opcional, achamos que uma gorjeta de 20 000 rupias seria suficiente, mas ele respondeu logo: “os americanos dão nos gorjetas de 8 dólares o que corresponde mais ou menos 6€” (até as conversões sabia). 

Depois de visitar o templo o nosso guia deixou-nos no aeroporto onde apanhamos um voo pela Garuda Indonesia até Lombok. (75€ para os dois e o voo teve uma duração de 25 min).

INDONÉSIA | Gastos totais

Queremos agradecer todas as vossas mensagens e comentários que recebemos ao longo desta viagem. Muitos descreveram a nossa viagem como sendo uma viagem de sonho e muitos pensam que este tipo de viagem é caríssima. Queremos por isso partilhar com vocês os nossos gastos totais para uma viagem de 2 semanas entre Bali, Lombok e ilhas Gilis

  • Hotéis:

Como viram, ficamos em hotéis relativamente bons com piscina e pequeno almoço incluído, mas nada de extravagante. Para 14 noites gastamos no total 318€ para 2 pessoas. Média de 22€/noite, mas é perfeitamente possível gastar apenas 10-15€/noite.

  • Transportes:

Também poderíamos ter poupado mais nesta parte, mas achamos a condução na Indonésia bastante perigosa. Vimos muitos turistas aleijados devido a acidentes de mota, apanhamos vários sustos e agora temos a certeza que contratar um táxi com guia foi a melhor opção para uma viagem relaxante e mais rica em experiências e conhecimentos. Para 4 dias no Bali e 2 dias em Lombok com táxi/guia (~40€/dia), mais os trajectos entre ilhas (avião+barco) e outros trajectos que fizemos de táxi gastamos no total 440€ para dois.

  • Actividades:

Aqui incluímos todos as entradas dos diferentes templos que visitamos, bem como o acesso a algumas praias “privadas”. Gastamos no total: 100€ para dois.

  • Comida:

As refeições são muito baratas na Indonésia, consegue-se comer por apenas 2€ uma refeição com prato e bebida num warung. Onde gastamos mais dinheiro a comer foi em Gili Meno e Gili Trawagan. Durante a viagem comemos sempre em restaurantes e warungs. Em 15 dias gastamos 343€ para dois.

  • Extras:

Aqui incluímos 2 massagens e compras que fomos fazendo, bem como o cartão SIM que compramos logo no primeiro dia com 6GB de internet (5€). No total foram 68€.

  • Voos Lisboa-Bali

Compramos os voos com 4 meses de antecedência, pesquisamos primeiro no site momondo para encontrar o voo mais barato e depois compramos directamente no site da British Airways. Fizemos escala de 5-6h em Londres e um escala de 2-3h no Qatar. A maioria dos voos foram efectuados pela Qatar Airways, até hoje a melhor companhia aérea em que andamos. Ida e volta com 2 escalas: 680€ cada.

  • Seguro de Viagem:

Compramos sempre os seguros da World Nomads pois são os mais completos. Acabamos por optar pelo seguro mais caro por causa da subida ao monte Rinjani. Pagamos um total de 153€ para os dois na World Nomads.

  • Guia de viagem (do lonely planet): 16€

O que dá no total 1400€ por pessoa com TUDO incluído.

Em breve a segunda parte da nossa viagem, direcção –> Lombok e ilhas Gilis!

Filha e neta de imigrantes, as malas seguem-me desde a minha infância. O meu sonho, conhecer cada recanto do nosso maravilhoso mundo, faz com que esteja constantemente a pensar na próxima viagem. Natural de França, vivo actualmente no Porto, onde sou médica nas horas de trabalho e viajante nos meus tempos livres.

6 thoughts on “Bali | Roteiro, gastos e dicas de viagem

  1. Oi Marina. Adorei a vossa viagem e gostaria de seguir os vossos concelhos / itinerario.
    Nos temos dois rapazes, um com 6 e outro com 1 ano e meio Acha que podemos ir mesmo assim? Existe algum cuidado especial a ter?

    1. Olá Pedro
      A única coisa que me preocupa é o voo. Penso que será muito cansativo para uma criança de ano e meio andar tantas horas de avião, mais as escalas pelo meio (cansativo para as crianças e para os pais…) Além disso, são preciso algumas vacinas como a da hepatite A e a da febre tifóide, será melhor ir a uma consulta do viajante com as crianças.
      Os cuidados a ter são principalmente a nível alimentar e cuidados de higiene. Nunca beba água da torneira! Sempre agua engarrafada mesmo para lavar os dentes. Em termos de comida a base da alimentação deles é arroz e legumes com carne ou peixe pelo meio, mas agora a grande maioria dos restaurantes tem pratos europeus. Além disso encontra facilmente supermercados. Não recomendaria Lombok com uma criança tão pequena, ficaria em Bali na zona de Ubud ou em Candidasa se preferem praia e sossego.
      Espero ter ajudado
      Boa viagem 😉

    1. Olá Liliana 🙂
      Sim o guia falava um inglês muito fluente.
      É o Eka Journeys no facebook, mas se preferir também tenho o contacto whatsapp 😉

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